sexta-feira, 30 de julho de 2010

Pó [-ema sem nome]

As vezes sinto um enfado extremo
Do mundo e de tudo
Do tempo
Dos maus pensamentos
Das pessoas
Dos falsos destinos
Dos falsos objetivos
Das falsas vitórias

Nada faz sentido, de fato
Nada existe, é tudo inventado
E, portanto, é falso

Que raiva me vem de tudo!
Se não há sentido
Então não faz mais sentido
Não o fazer também?

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